5 erros comuns no uso do cartão de crédito!

Para funcionar corretamente, o orçamento familiar deve permanecer inalterado. Não é possível que, assim que encontrarmos um produto que desperte nosso interesse, vejamos as armadilhas que podemos fazer para conseguir o dinheiro para cobrir essa despesa extra. O fato de termos outros créditos ou cartões de crédito não pode  encorajar. O melhor é evitar essa despesa onerosa.

Existe a possibilidade de cometermos erros ao efetuar nossas despesas. O apelo que os especialistas em finanças fazem é que aja com cautela, com prudência, que faça as despesas com cuidado, de forma racional.

Na hora de solicitar um empréstimo também existem regras e critérios que devem ser respeitados, caso contrário, uma dívida considerável terá sido adquirida, talvez sem necessidade. É necessário que você não tente modificar a estrutura do orçamento antes do primeiro objeto diverso que encontrar e quiser comprar. 

Erros ao comprar com seu crédito:

Negar a realidade: Não é pertinente usar frases como: “Eu mereço”. Se você vê algo que deseja muito, mas é caro, imediatamente surgem pensamentos como: se eu parar de pagar por essas coisas, posso comprar; ou “Eu tento tanto, eu mereço ter isso.” Em vez de nos convencermos de que é melhor comprar o produto caro recém-descoberto, devemos lutar para abandonar essa ideia.

Categorias de despesas: Diz-se que o gasto difere, de acordo com a origem do dinheiro. Na verdade, a racionalização de gastos deve partir de um uso cuidadoso dos recursos, o desperdício deve ser evitado em todos os momentos.

Gastos racionais: Uma compra cara é justificada pela amortização de seu custo; Mas esse longo prazo para quitar a dívida não pode permitir que se ignore que se fez uma compra irracional, para não cair novamente naqueles atos de fraqueza.

Consciência: A satisfação das necessidades básicas requer gastos constantes. Para o resto, ele precisa ser gasto apenas quando necessário.

Satisfação de necessidades: A realização das nossas despesas não deve estar sujeita a compromissos, mas sim à satisfação das nossas necessidades fundamentais.

Se já estabelecemos compromissos, deve cumpri-los. Não vale a pena depois renegociarmos para conseguir algo que queremos demais. Se já temos metas e estratégias de poupança e investimento definidas, devemos respeitá-las e nunca podemos permitir que hábitos de consumo nos separem do plano de poupança e investimento.

Uma atitude de ferro deve ser mantida. Se já temos um orçamento que atende aos nossos melhores interesses, não podemos desobedecer a nós mesmos. Nem é possível recorrer à chantagem para alterar o que foi planejado.

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